se você seguiu o caminho A, tudo bem.
se trilhou o caminho B e ele não te fez bem, legal.
agora entenda, eu também quero saber o caminho a escolher, porém as suas escolhas não serão obrigatoriamente as minhas. as histórias individuais não se repetem necessariamente. eu tenho ânsia de experimentar o caminho, tenho fome de empirismo.
eu só saberei o caminho a seguir quando eu mesma sentir que os demais me destroem.
agradeço, mas o meu conhecimento só se abrange quando, aos poucos, eu crio coragem de me abrir para o mundo.
não há como decorar fórmulas e conceitos do que é viver. para saber, tenho que fazê-lo.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
metalinguagem?
em momentos assim:
escrever faz bem.
não sou de me expressar tão bem quanto quando escrevo.
nessa ocasião, eu paro, penso, me deito, me deixo, me solto
me jogo na ideia - mas não sempre.
lava a alma. um banho sem igual!
e na vontade do grito, no desejo do desespero: escrevo.
conclusão de um experiência.
a palavra é: NOJO!
sinto nojo. assim como quando mato uma barata, quando detecto um rato, ou quando sou obrigada a tirar os restos de comida da pia.
pena que não me refiro a coisas - ou talvez, seria?
sim, as pessoas são perfeitas quando você não as conhece tão bem quanto deveria. enganam os olhos, com brilho dissimulado. encantam a alma... pra que tanta mentira? tanta ilusão? e se houvesse como saber das verdadeiras intenções das pessoas? AH, evitaríamos tanto sofrimento, tanta dor.
em qual das portas eu conseguiria encontrar meu equilíbrio... minha harmonia? em qual botão eu clico pra apagar a lembrança? e atenuar meu pessimismo?
é com grande tristeza que vos digo, há experiências que te marcam. e essas marcas podem ser irreparáveis!
(só um desabafo: mas por que foi mesmo que eu passei esse tempo todo aqui? sendo sua cabeça sempre a mesma, e suas atitudes degradáveis? como é que você me enxergou por todo esse tempo? se é que me enxergou...).
quero minha cabeça de volta, quero me respeitar novamente.
quero sua distância, seu esquecimento, mas antes: seu arrependimento.
quero que, literalmente, você caia fora. vá ver se eu estou na esquina, aproveite e fique por lá.
não é que eu esteja revoltada, sou apenas uma mulher de orgulho ferido - o que me torna bastante compreensível.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
PRESSÃO!
(aqui, não no sentido de um vocalista de 'só as cachorras e as preparadas')
refiro-me à pressão social.
ela se torna um fator de influência diária na minha vida
principalmente, em se tratando de uma prova, um teste.
chega a ser cômico o fato de uma nota definir sua vida, seus amigos,
o sorriso de seus familiares, o modo como as pessoas vão olhar pra você
e tudo o que você passa a ganhar ou perder daquela nota pra frente.
o pior de tudo é quando você já falhou uma vez.
há uma decepção consigo mesmo, uma vergonha, uma força de vontade misturada com cansaço, banhada de doses e mais doses de medo. será falta de capacidade, ou apenas é questão de baixo estima?
o desgaste de mais um ano nesse processo revela nossa fragilidade emocional. MAS NÃO! não nos deixaremos jogar dois anos em vão. por mais fracos que estejamos, AVANT!
refiro-me à pressão social.
ela se torna um fator de influência diária na minha vida
principalmente, em se tratando de uma prova, um teste.
chega a ser cômico o fato de uma nota definir sua vida, seus amigos,
o sorriso de seus familiares, o modo como as pessoas vão olhar pra você
e tudo o que você passa a ganhar ou perder daquela nota pra frente.
o pior de tudo é quando você já falhou uma vez.
há uma decepção consigo mesmo, uma vergonha, uma força de vontade misturada com cansaço, banhada de doses e mais doses de medo. será falta de capacidade, ou apenas é questão de baixo estima?
o desgaste de mais um ano nesse processo revela nossa fragilidade emocional. MAS NÃO! não nos deixaremos jogar dois anos em vão. por mais fracos que estejamos, AVANT!
insólito, surreal, absurdo.
seja lá qual denominação dar ao fato, algo é certo: isso já deveria de ter acabado.
o amor é algo estranho. os clichés são estranhos.
um conceito que de tão desgastado, já perdeu seu sentido. mas que a qualquer dia, aflora de surpresa em nossas mentes. e, só assim, percebemos que aqueles, com os quais aprendemos que "paixão é temporária e amor é algo que se torna perpétuo", tinham realmente a razão em suas repetidas palavras.
esdruxulamente, o amor é perpétuo. anexo-me a uma categoria de ditadora de clichés, pois acabo de vivenciar tal experiência. por mais duro e humilhante, admitir é apenas um primeiro passo. o primeiro passo de uma caminhada que só termina no esquecimento.
o amor é algo estranho. os clichés são estranhos.
um conceito que de tão desgastado, já perdeu seu sentido. mas que a qualquer dia, aflora de surpresa em nossas mentes. e, só assim, percebemos que aqueles, com os quais aprendemos que "paixão é temporária e amor é algo que se torna perpétuo", tinham realmente a razão em suas repetidas palavras.
esdruxulamente, o amor é perpétuo. anexo-me a uma categoria de ditadora de clichés, pois acabo de vivenciar tal experiência. por mais duro e humilhante, admitir é apenas um primeiro passo. o primeiro passo de uma caminhada que só termina no esquecimento.
domingo, 8 de maio de 2011
tentativas frustrantes.
É difícil arranjar inspiração quando as coisas não estão em seu devido lugar.
Como poderia eu definir meus sentimentos, quando todas as minhas certezas escorriam gota a gota pelo ralo? Ralo este que levou embora minhas perspectivas de um futuro traçado ao longo dos anos. É como se sentir sem o chão, desnorteado, entre o certo e o errado, sem conseguir tomar nenhuma decisão. E quando achamos que passou, estamos mergulhados em um mundo que criamos pra amenizar a dor da desilusão. Mergulhados, e sem previsão pra voltar.
Na busca por uma nova alegria, tomando experiências que contradizem meus princípios, cá estou eu. Arrependida? Não saberia...
"Qualquer experiência é válida". Mas será mesmo que todas elas valeram a pena?
quinta-feira, 3 de junho de 2010
ilusão, alusão, indecisão
às vezes a indecisão nos deixa duvidar nos nossos próprios atos,
da nossa própria verdade.
se terminamos algo, ou acabamos de começar, e estamos confusos
parece que nada vai dar certo.
os planos, antes feitos
parecem agora grãos de areia esparramados dentre os dedos
sem nenhuma utilidade, sem nenhum valor
apenas o pó do que um dia representou algo.
será que volto, ou assim continuo?
será que se acontecesse, daria certo?
e assim segue-se mais um caminho
um caminho de quem nessa vida procura a felicidade
e tenta de deslocar para longe da tristeza e da solidão.
da nossa própria verdade.
se terminamos algo, ou acabamos de começar, e estamos confusos
parece que nada vai dar certo.
os planos, antes feitos
parecem agora grãos de areia esparramados dentre os dedos
sem nenhuma utilidade, sem nenhum valor
apenas o pó do que um dia representou algo.
será que volto, ou assim continuo?
será que se acontecesse, daria certo?
e assim segue-se mais um caminho
um caminho de quem nessa vida procura a felicidade
e tenta de deslocar para longe da tristeza e da solidão.
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